PESQUISE NA WEB

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Cachorrinha dos EUA bate recorde de maior língua, diz Guinness


A cachorrinha Mochi “Mo” Rickert, uma fêmea da raça São Bernardo que mora em Dakota do Sul, nos EUA, ganhou o título de cachorro com a maior língua. A língua de Mochi foi medida em 18,58 centímetros, e o recorde foi verificado ano passado pelo Livro Guinness de Recordes. Carla e Craig Rickert, seus donos, resgataram Mochi de um abrigo quando ela tinha dois anos. Carla disse ao Guinness que Mochi é a prova que um cachorrinho adotado pode dar muitas alegrias aos seus donos.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Cão anda na corda bamba em Sri Lanka


Um cão policial andou na corda bamba durante uma apresentação em homenagem ao 151º aniversário da polícia de Sri Lanka. A festa ocorreu na capital, Colombo.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Cães ajudam a reflorestar áreas devastadas por incêndios no Chile





Onde um dia houve milenares florestas nativas, hoje só restam troncos e terras queimadas. Mas em uma cruzada inédita, três cadelas da raça Border Collie se encarregam de semear essas zonas devastadas pelos incêndios florestais que atingiram o Chile no início do ano, os piores já registrados no país. Um silêncio mortal invade as florestas da região de El Maule, onde em janeiro passado o fogo silenciou o trinado de aves e os uivos das raposas, que morreram ou fugiram das chamas que destruíram mais de 467 mil hectares em todo o país e deixaram 11 mortos. Mas desde março, os latidos de três cadelas Border Collie devolveram a esperança à zona, graças ao seu trabalho minucioso para ressemeá-la com sementes de árvores nativas, pasto e flores, que uma vez que germinarem atrairão para a floresta as aves e animais selvagens que fugiram do fogo. "A parte principal disto é que a fauna possa viver", diz à AFP Francisca Torres, dona das três cadelas que estão fazendo essa tarefa titânica. 'Das', de cinco anos e mãe de 'Olivia', de um ano, ao lado de 'Summer', também de um ano, saem disparadas da caminhonete de Francisca rumo ao local que devem reflorestar neste dia. Carregam no dorso alforjes repletos de sementes, que caem no solo através de orifícios enquanto correm, pulam e brincam sem se dar conta do trabalho gigantesco que realizam. Quando esvaziam as mochilas, Francisca, de 32 anos e que também é instrutora de cães para pessoas com deficiência, gratifica suas ajudantes com comida, antes de encher de novo as bolsas com sementes. Ela treinou os três exemplares para obedecerem as suas ordens e não atacarem nenhum animal silvestre. Segundo Francisca, diretora da Pewos, uma comunidade virtual sobre animais e meio ambiente com mais de 26 mil membros, os Border Collie se destacam por sua inteligência, energia e rapidez, e portanto são semeadores ideais. A utilização de cães nesta tarefa é mais proveitosa do que se fosse feita por pessoas. Os cães podem percorrer até 30 km em um dia e espalhar até 10 quilos de sementes, enquanto um humano poderia semear no mesmo período apenas três quilômetros,explica Francisca. As cadelas estão realizando esta tarefa há três meses, e já ressemearam 15 florestas diferentes da região de El Maule, onde em alguns lugares o pasto voltou a brotar, e já aparecem algumas pequenas árvores, enredadeiras e fungos, graças à umidade do inverno austral. "Passamos por umas pradarias que já estão completamente verdes, e isso é trabalho delas três, de Summer, Olivia e Das", conta Francisca, que financia essa tarefa principalmente do próprio bolso, junto com algumas doações. Ela espera que no próximo verão austral as sementes já tenham germinado, que alguns animais - como lobos, insetos, beija-flores, lagartixas, macacos e lebres - retornem às florestas, e que os prados devastados pelas chamas se transformem em pasto para as vacas, cavalos e vitelos de agricultores duramente afetados pelos incêndios. Na emergência, os voluntários da Pewos distribuíram folhagens para os animais e conseguiram veterinários para atender cães e gatos que foram queimados nos incêndios. A esperança é que, quando a primavera chegar, as flores atraiam as abelhas, que ficaram em uma situação crítica nesta região após a queima de milhares de polinizadoras vitais para a existência da vida. "A situação é super crítica porque elas não têm comida. As abelhas nesta época geralmente se alimentam de algumas árvores autóctones que nesta época ainda têm flores, e agora não há nada", afirmou Constanza, irmã de Francisca, de 35 anos. As abelhas quase desapareceram da zona, enquanto os avicultores clamam por alimentos para as poucas polinizadoras que sobreviveram às chamas. "Nestas zonas não é possível quantificar os danos, (...) o que queimou foi muitíssimo e ardeu por muito tempo", acrescentou. Pewos espera que o trabalho das cadelas permita que as florestas e pradarias recuperem em cerca de cinco anos o ecossistema existente antes dos incêndios.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Cães acompanharam humanos em travessia do estreito de Bering, segundo estudo


Os cães viajaram com os humanos através da ponte de terra que, na Antiguidade, fechava o estreito de Bering, que liga a Ásia em seu extremo nordeste com a América em seu extremo noroeste, segundo um estudo publicado nesta terça-feira (25) pela revista "Cell Reports". A pesquisa, financiada pelos Institutos Nacionais da Saúde dos Estados Unidos (NIH), utilizou sequenciamentos de genes de 161 raças modernas de cães para construir uma árvore evolutiva dessa espécie e desvendar os detalhes migratórios do animal. O mapa de raças de cães, que é o mais extenso já feito, revelou que os cães viajaram com os seres humanos através da Beringia, como é chamado o território que fechava o atual estreito de Bering unindo os continentes. A descoberta poderá ajudar pesquisadores a identificar os genes que predispõem a doenças em cães e em pessoas. Muitas doenças acometem tanto cães quanto humanos, como diabetes, epilepsia e câncer. A prevalência dessas doenças varia muito de acordo com a raça dos cães, o que facilita identificar variantes genéticas possivelmente relacionadas a um aumento de risco para determinada doença. Segundo a teoria mais aceita, o ser humano migrou da Ásia às Américas através dessa ponte, formada durante uma glaciação, um congelamento do mar e um nível mais baixo do que o normal das águas. "Primeiro, houve seleção na tipologia (de cães), como cães pastores ou de caça, e depois houve uma mistura para obter certos traços físicos", afirmou a coautora do estudo e genetista do NIH, Heidi Parker. O estudo destacou que as raças mais populares agora nas Américas são de ascendência europeia, embora algumas do centro e do sul do continente, como o cão peruano sem pelo e o xoloitzcuintle (pelado mexicano) provêm de uma antiga subespécie canina que migrou pelo estreito de Bering com os antepassados dos indígenas americanos. Esta descoberta marcou a primeira evidência viva desses animais nas raças modernas. Anteriormente, a prova era unicamente arqueológica. Enquanto cães de caça como golden retriever e setter irlandês têm origens na Inglaterra da época vitoriana (século XVIII), as raças do Oriente Médio, como o saluki, e da Ásia, como o chow chow e o akita inu, surgiram muito antes. Os de caça, no entanto, registraram uma diversidade "surpreendente", já que não provinham só do Reino Unido, mas também do norte e do sul da Europa. "Os cães de caça foram desenvolvidos a partir de mais de uma origem, em vários lugares e provavelmente em épocas diferentes", explicou Elaine Ostrander, também coautora do estudo. Graças a estes novos dados revelados pelo estudo, de acordo com ela, abriu-se a possibilidade de evoluir no mapeamento das variantes genéticas das doenças.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Labrador Retriever - 08




Labrador Retriever - 07





Labrador Retriever - 06





Labrador Retriever - 05





Labrador Retriever - 04





Labrador Retriever - 03





Labrador Retriever - 02





Labrador Retriever - 01





Labrador Retriever é uma raça canina originária de Labrador no Canadá. Utilizado originalmente para a caça de aves aquáticas, o labrador é conhecido como uma raça versátil, inteligente e dócil. Os primeiros Labradores eram cães d'água que surgiram à partir dos antigos cães Terra-nova, e receberam este nome por serem nativos da região chamada Labrador. este canino teria chegado a Newfoundland, no Canadá, levado ou pelos portugueses ou pelos bascos, ou ainda pelos exploradores escandinavos. O cão Terra-nova não apenas deu origem ao Labrador como também inicialmente era chamado de Labrador. Os Terra-nova do começo de 1800 tinham diferentes tamanhos, sendo o menor deles, “Lezer” ou “Cão de Saint John”, a primeira encarnação do Labrador moderno. Esses últimos eram cães pretos, de tamanho médio e pêlo curto, e não apenas recolhiam caças abatidas, mas também peixes, puxando pequenos barcos de pesca nas águas geladas e ajudando os pescadores em todas as tarefas em que precisasse nadar. Ben of Hyde, 1899. O primeiro labrador amarelo registrado no mundo. A raça acabou desaparecendo em sua terra natal, em grande parte por causa dos pesados impostos sobre cães. Porém, um grupo de cães Labradores havia sido levado à Inglaterra no começo de 1800, e foi a partir desses cães, cruzados com outros cães do tipo Retriever, que a raça ressurgiu. Foi também na Inglaterra que a raça ganhou reputação com um extraordinário buscador de caças. No começo, os criadores davam preferência aos Labradores pretos, e sacrificavam os de cores amarela ou chocolate. No começo de 1900, as outras cores começaram a ser aceitas, embora não tanto quanto a cor preta. A raça foi reconhecia pelo English Kennel Club em 1903, e pelo AKC em 1917. Sua popularidade cresceu sem parar. Ele se tornou a raça mais popular da América em 1991 e continua sendo até hoje, após conquistar em 2015, o título da AKC (American Kennel Club) pelo 25º ano consecutivo. Esta raça, em 1950, ainda era usada como trabalhadora rural, quando passou a ser considerada excelente para companhia, graças à sua personalidade juvenil, sua tolerância e sua necessidade de brincar. Em tempos mais modernos, passou ainda a ser utilizada como raça de busca e resgate em montanhas, e como guia de cegos, além de ser uma das mais utilizadas em terapias. Fisicamente, os machos podem ter entre 56 e 57 cm de altura na cernelha, e pesar de 36 a 40 kg. Sua pelagem é grossa e impermeável, e sua cauda o ajuda a nadar. O labrador varia em três cores: amarelo, preto, e chocolate. Quanto ao temperamento, são cães bastante ativos com grande nível de energia, cuidadosos ao recolher a caça ("boca macia"), gosta bastante de água, e é um cão dócil, inteligente e sociável. O labrador é uma das raças mais companheiras e amigas do homem, historicamente ele trabalhava como ajudante do pescador, como ajudar a pegar peixe no Atlântico. O labrador hoje é uma das raças mais populares, além de ser um cão companheiro, também é um cão de exposição, trabalha em buscas e salvamento e cão guia para deficientes visuais que é o mais visto nas ruas. O labrador é uma raça bastante ativa, gosta de correr, nadar e praticar muitos outros exercícios.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Cidade do México tem sorveteria para cachorros




A Cidade do México ganhou uma sorveteria para cachorros. O local elaborou receitas de sorvete especialmente para o gosto dos caninos. Mauricio Montoya, dono da sorveteria Don Paletto, disse que o sorvete que serve pode ser comido pelos donos, mas foi feito especialmente para os cachorros e pode até fazer bem para seus sistemas digestivos. O sorvete é feito de iogurte natural e lactobacilos que ajudam a digestão. O sorvete normal pode causar dor e diarreia nos cães. O sorvete chama-se "heladog", uma mistura de helado (sorvete em espanhol) com dog (cachorro em inglês).

sexta-feira, 31 de março de 2017

'Terra dos vira-latas': o santuário com uma centena de cães para cada humano


Imagine como seria viver em meio a centenas de cachorros. É assim no Territorio de Zaguates, um santuário para cães abandonados na Costa Rica. Hoje, existem mais de cem cães para cada ser humano que vive ali. Tudo começou quando Lya Battle e Alvaro Saumet levaram um vira-lata para sua fazenda. Depois, chegou mais um. E mais outro. “Era para ser nosso pequeno projeto com cachorros que queríamos ajudar”, diz Lya. “Foi algo que cresceu, cresceu, cresceu. Agora, temos 600, 700 cachorros.” São consumidos no santuário 300 kg de ração por dia. Os animais vivem lá até serem adotados. O local recebe visitantes todos os meses. “Quando as pessoas vêm aqui e passam uma, duas horas com os cachorros, eles voltam (para casa) com uma mentalidade completamente diferente”, afirma Lya. Muitas pessoas são atraídas pelo caráter surreal da experiência. “Sempre quisemos vir. Você não consegue imaginar tantos cachorros juntos”, diz uma visitante. Outros vão conferir se o santuário existe de verdade. “Não achava que fosse real. Vi um vídeo no Facebook e pensei: ‘Deve ser uma montagem ou algo assim’”, diz outro visitante. O que Lya ganha com tudo isso? “O amor do cachorro é verdadeiro, é puro. Você já ganha isso só por estar ali. Nenhum ser humano pode fazer isso por você.”

Cão é 'babá' de filhotes de tigre em zoológico nos EUA





O cachorro Blakely tem um "emprego" curioso: ele é "babá" de filhotes de animais do zoológico de Cincinnati, no estado americano de Ohio. Nesta quarta, Blakely teve que "cuidar" e entreter três filhotes de tigre-malaio que foram rejeitados pela mãe, Cinta, de 3 anos. Foi a primeira gravidez da tigresa. O zoológico tem um programa de reprodução de tigres.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Monges bolivianos adotam cão de rua e o transformam em 'frei'




Monges de um monastério franciscano de Cochabamba, Bolívia, adotaram um cachorro de rua e o transformaram em seu novo "colega". O projeto Narices Frías postou fotos do cão, que foi apelidado de Frey Bigotón (Frei Bigode), vestido em uma versão canina das vestes dos monges. Monges bolivianos adotam cão de rua e o transformam em 'frei' (Foto: Proyecto Narices Frias/Facebook) O grupo espera que a história de Bigotón encoraje outras pessoas a adotar cachorros de rua. O frei Jorge Fernandez disse à imprensa local que Frey Bigotón é um cachorro normal, que curte todas as atividades caninas. Ele disse que todos os irmãos o amam muito e que ele é "uma criatura de Deus".