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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Organização americana reconhece nova raça de cachorro


Um cão pastor húngaro cheio de energia é a nova raça estabelecida pelo American Kennel Club. O Kennel Club anuncia nesta quarta-feira (22) que está reconhecendo como raça o pumi. É a 190ª raça admitida pela instituição em seus concursos. Criadores afirmam que o pumi tem um ar impulsivo e que combina com sua ética de trabalho. Pesando entre 9 e 14 quilos, ele é criado há séculos na Hungria, onde trabalha como cão pastor de gado, ovelhas e suínos. Ele tem certo parentesco com a raça puli, já reconhecida pelo Kennel. Os pumis, como muitos cães pastores, são alertas e ativos, e precisam ser estimulados e exercitados. Eles têm fama de aprender truques rápido e são ágeis. Nos EUA, também pastoreia coelhos, galinhas, bodes e até gatos, diz Chris Levy, presidente do Clube do Pumi na América. Ela cria cachorros da raça há 20 anos em Salem, Oregon. O reconhecimento do Kennel exige que pelo menos 300 cães existam nos EUA, entre outros critérios. Em janeiro passado, outras duas raças, o terrier americano sem pelo e o greyhound árabe, foram reconhecidos. Ativistas dos direitos animais criticam a criação de cães, por a considerarm muito focada na aparência e até irresponsável, quando muitos cachorros sem raça definida precisam de adoção. O Kennel argumenta que a criação ajuda as pessoas e os cães a serem mais felizes, pois torna as características caninas mais previsíveis.

domingo, 19 de junho de 2016

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O kuvasz é uma raça de cão de proteção usado durante séculos como guarda de bovinos, atualmente mais conhecido na proteção de ovelhas. Sabe-se que ele faz a ronda dos animais a partir dos limites do rebanho, nunca configurando um elemento surpresa, mas sim anunciando-se antes da chegada do invasor. Uma matilha de Kuvasz aceitará a liderança de apenas um animal, podendo ser macho ou fêmea. Este líder agirá protegendo tanto o rebanho, quanto a sua matilha. Apesar de muito associado a ovelhas, o Kuvasz fará a proteção de quaisquer animais ou propriedades. Este cão tem origem no norte do Irã e do Iraque, na antiga Suméria, acredita-se que exista entre 6.000 a 9.000 anos, porém a Hungria é considerada o país de origem da raça. Seu nome deriva do turco kawasz, que significa "guarda armada dos nobres". Os cães desta raça são descritos como fortes, grandes e detentores de uma pelagem dupla ondulada e branca. Sua aparência é ainda classificada como agradável aos olhos, que irradia nobreza e força. Foi usado durante séculos como guarda de rebanhos, protegendo-os de lobos e ursos, e como companhia. Chamado de guarda excepcional, adquiriu este adjetivo devido a sua iniciativa, já que é capaz de agir sem receber instruções. Muito devotado à família, sente aflição quando não pode exercer corretamente seu papel de guardião. Desenvolvido naturalmente para ser um cão independente de comandos, ele precisará de liderança firme desde o início da sua criação. Suas estruturas óssea e muscular são fortes e delgadas e suas articulações revelam contornos bem delineados. Seu temperamento é dito devotado, leal, determinado e bastante equilibrado. Apesar de alerta, é um animal que tem por preferência não latir. Cabe dizer que o latido é anúncio de algo fora da normalidade para o animal, o que nem sempre representa o mesmo para o dono, principalmente em ambientes urbanos, onde pode haver várias interferências no ambiente, nem todas hostis. Entre suas principais características psicológicas está o fato de, para ser um cão de guarda, não precisar de adestramento. Já entre as físicas, está a sua pelagem, que é descrita como auto-limpante e sem odor. De porte grande, pode atingir os 75 cm e pesar 62 kg.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Pastor-maremano é corajoso e protege rebanhos e moradores rurais



O pastor-maremano-abruzês é uma raça canina originária da Itália. Antigas publicações romanas indicam que a espécie existe desde antes de Cristo. Já nessa época, a raça esteve associada à proteção de rebanhos de ovelhas. Nos pastores-maremanos, a relação de defesa e cuidado com os rebanhos permanece até hoje. O cão é resistente e se adapta bem às condições do ambiente. Na Fazenda Talisman, em Itapira (SP), os animais são criados soltos em pequenas matilhas. Ativos durante o dia e à noite, têm como principal missão a defesa de rebanhos e dos moradores do campo. Demarcam o território a partir da urina e, ao sinal de qualquer anormalidade dentro de um raio de mil metros, reagem com o latido e, se o predador insistir na aproximação, partem para o ataque. Entre os cães da fazenda, Fox é um exemplo de linhagem de sucesso. Grande campeão brasileiro e latino-americano, este maremano tem olhos puxados, cabeça em formato triangular e pelagem ideal para desempenhar a tarefa. Marcada pela bravura e coragem, a raça é dócil e pode conviver como animal doméstico, desde que tenha bastante espaço para brincar e correr.

Foto de cão 'mais feliz do mundo' faz sucesso na web


Uma foto que mostra um cão em êxtase enquanto brinca com bolinhas de sabão fez sucesso nas redes sociais. Na imagem, o cachorro da raça buldogue parece não acreditar ao ficar no meio de dezenas de bolinhas. A cena fez sucesso ao ser compartilhada no site Imgur .

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Domesticação dos cachorros ocorreu 2 vezes em partes distintas da Eurásia


A domesticação de lobos selvagens, que resultou nas atuais múltiplas raças de cachorros, ocorreu duas vezes há milhares de anos em duas partes opostas da Eurásia - uma delas na Europa e a outra no extremo leste da Ásia -, de acordo com um estudo divulgado pela revista "Science". Até agora, existiam duas teorias na comunidade científica: uma que apontava a origem da domesticação na Europa e outra na China. Por isso, o novo estudo de um grupo internacional liderado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, reúne ambas as teses. Com recursos do Conselho Europeu de Pesquisa e do Conselho de Pesquisa do Entorno Natural, os cientistas compararam as informações genéticas dos cachorros atuais e ossos de cães que viveram em várias partes do mundo há milhares de anos e chegaram à conclusão que o processo de domesticação ocorreu duas vezes. "Devemos reconsiderar o número de vezes que os cachorros foram domesticados independentemente. Talvez a razão pela qual ainda não há consenso sobre onde os cães foram domesticados é porque todo mundo tinha um pouco de razão", disse Greger Larsson, o professor da Universidade de Oxford. Os pesquisadores reconstruíram o genoma de um cachorro de tamanho médio de 4.800 anos atrás a partir de ossos encontrados na Irlanda, assim como o DNA de outros 59 cães que viveram há 3.000 e 14.000 anos, e compararam com as estruturas genéticas de 2.500 cães modernos. Os resultados mostraram uma separação genética entre as populações de cachorros que vivem na Europa e no extremo leste da Ásia, assim como a aparição de cães em ambos os locais há mais de 12.000 anos. No entanto, não encontraram evidências da presença de cachorros na Ásia Central anteriores há 8.000 anos, o que descartaria a hipótese de a domesticação ter ocorrido em só um dos dois lugares e depois ter migrado para o outro. Foi observado, no entanto, que os cachorros com origem na China migraram com os humanos e se dispersaram até chegar à Europa, onde se misturaram com os autóctones e os substituíram.